domingo, 11 de setembro de 2011

Ensaio sobre autoanalise

Ultimamente a vontade é a do nada
Não quero fazer nada.
Não quero falar sobre nada.
Não quero rir de nada.
Não quero cantar nada.
Ultimamente a honestidade esta escassa.
Os crentes brindarão a graça de um Deus vazio,
alguns precisam disso, sabedoria barata de bêbados de praça.
Nem a porcaria do cigarro apaga direito.
Os defeitos se fazem presentes nas respostas dadas,
e é cagada atrás de cagada.
Felicidade idealizada ninguém consegue, eu peço um pouco de
paz e um maço cheio, quanto ao resto me viro sozinho.
Até o texto ficou uma merda
Poeta? ahh por Deus, pro inferno com poeta!

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